O prefeito Paulo Mac Donald Ghisi começou sua participação no Programa Conversa Franca de sábado afirmando que este final de ano está cheio de surpresas, algumas extraordinárias e anunciou: “Ontem veio a confirmação de recursos do governo federal para a construção de mais cinco postos de saúde. Já refizemos a planta incluindo sala de repouso e sala de curativos e readequamos toda a estrutura”.
Durante o programa, Mac Donald discorreu sobre vários assuntos e deixou claro especialmente que a saúde pública de Foz do Iguaçu vai continuar avançando. “O Hospital Municipal vai continuar prestando bons serviços à comunidade e as pessoas, principalmente os 400 funcionários, não precisam se preocupar porque não vão ficar desempregados”, afirmou referindo-se a decisão judicial que prevê rompimento de contrato com a Organização Social PróSaúde – o Município está recorrendo da decisão.
O prefeito fez questão de enfatizar que o HMFI não será fechado, apesar de que é isso que algumas pessoas estão querendo. “Quando diz aqui, 45 dias de prazo e se não mudar a gestão será lançada multa de R$ 10 mil por dia. É porque querem fechar o Hospital. Não tem outro sentido. Mas nós não vamos fechar. Tem uma briga na justiça e talvez seja o momento do povo reconhecer o que é nosso Hospital, onde estamos disputando a classificação ouro na esterilização”, disse Mac Donald.
O diretor clínico do Hospital Municipal, Alexandre Antonio Camargo, falou sobre as condições atuais do atendimento prestado aos pacientes pelos profissionais que ali atuam. Comentou sobre o raio X digital e as facilidades advindas da instalação dos novos aparelhos. Segundo ele, o setor de esterilização é o coração de um hospital e testemunhando que nos 10 anos que está residindo em Foz do Iguaçu, vindo de Curitiba em definitivo com a família, é o melhor momento pelo qual passa a saúde pública do município.
O médico lembrou a dificuldade que foi a transição da Santa Casa e agora o Hospital Municipal segue com planejamento e um pronto-socorro funcionando em condições de atender todas as situações de traumas. Com relação à fila de espera da ortopedia, o médico esclareceu que nem todos os casos são de cirurgia, alguns são apenas consultas e outros até perícias para o INSS e que está sendo feito um grande esforço para reduzir essa fila de espera. Uma das ações são os mutirões.
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