O governador Roberto Requião entrega oficialmente nesta quinta-feira (11), às 16 horas, ao Hospital Municipal de Foz do Iguaçu, um tomógrafo. O equipamento orçado em R$ 1,4 milhão está sendo montado conforme as especificações técnicas previstas e vai exigir o treinamento dos operadores, o que deve ser feito na seqüência. A previsão, segundo o diretor do HM, Roberto Almeida, “é que comece a ser utilizado nas cirurgias em até 15 dias”.
O prefeito Paulo Mac Donald Ghisi e o secretário Luiz Zarpelon participam da solenidade de entrega do tomógrafo e acompanham o governador numa visita as obras no local, aceleradas e com previsão de conclusão para os próximos dois meses, conforme estimou o diretor. Atualmente as obras se concentram em dois andares, alas de internamento e nas rampas cobertas de acesso.
As obras incluem salas, auditório, farmácia, banheiros e estacionamento e teve início no último mês de novembro com recursos da ordem de R$ 1 milhão, liberados pelo Governo do Estado. O montante faz parte de uma verba estadual prevista de R$ 4,5 milhões.
A expectativa é que o governador libere mais recursos para as obras, considerando que o HM atende Foz e toda a região pelo SUS (Sistema Único de Saúde) realizando uma média de 400 cirurgias mês. A média de internamentos mês é de 500 pacientes. Com o final das obras estes números devem aumentar em benefício da população da região assistida.
O Hospital Municipal de Foz do Iguaçu teve sua reforma e ampliação dividida em duas etapas. Na primeira, já concluída, foram investidos R$ 3 milhões para a construção do prédio e compra de equipamentos, com recursos também do município. A segunda fase prevê investimentos de R$ 4,5 milhões e está em andamento.
No local estão disponíveis 125 leitos e onze leitos de UTI. São 42 leitos para internamento clínico, 30 leitos de pediatria, 12 leitos para cirurgia geral, 22 leitos para cirurgia de trauma (ortopedia), oito leitos de isolamento (gripe H1N1) onze leitos de UTI.
Com a conclusão desta segunda fase, o número de leitos será ampliado para 140. A meta final é atingir o número de 310 leitos, 32 leitos de UTI, com seis salas de cirurgia e um centro de diagnóstico. Será o terceiro maior hospital público do Paraná.
Com recursos também do Governo Federal, o custo para manter o hospital é de R$ 1,7 milhão por mês. O município aguarda a ajuda de R$ 400 mil mensais prometidos pelo governador Roberto Requião, além dos recursos previstos para as obras em andamento.
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