terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Em Foz, greve de servidores da Saúde prejudica atendimento

Apesar da greve dos servidores públicos municipais, iniciada hoje (8), com o apoio do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Foz do Iguaçu, os serviços de Saúde à população estão sendo mantidos. O movimento, no entanto, prejudica alguns setores, considerando a falta de funcionários para melhor atender as pessoas.

Um levantamento feito pela Divisão de Gestão da Secretaria de Saúde aponta que a Farmácia na Avenida Paraná funciona com metade dos funcionários, bem como o Centro de Especialidades Médicas, onde dos 16 funcionários, 13 faltaram. O Laboratório Municipal só está atendendo exames eletivos e o serviço de Fisioterapia está fechado.

A greve não afeta o Hospital Municipal, nem as Unidades de emergência da Avenida Paraná, Morumbi I e nem o SAMU. Também funcionam normalmente os serviços do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), DST/Aids e SAE, Tuberculose, Hanseníase e a Epidemiologia.

Segundo levantamento feito pela diretoria da Atenção Básica, nas Unidades Básicas de Saúde, localizadas nas várias regiões da cidade, dos 578 funcionários, 20 servidores entre, técnicos de enfermagem, recepcionistas, psicólogo, assistente social e auxiliares participam da greve. A movimentação representa um déficit de 3,5% do pessoal.

 regiões dos funcionários que participam da movimentação são UBS Parque Presidente que está fechada; USF do Profilurb I, UBS do Profilurb II, USF Ouro Verde, UBS AKLP, UBS Jardim Lancaster e na UBS São João, em Três Lagoas.

O serviço é normal no Poliambulatório, Caic – Porto Meira, UBS Vila Adriana, UBS Vila Iolanda, USF Carimã, UBS Jardim América, UBS Jardim Jupira, USF Porto Belo, USF Cidade Nova, USF Vila C Nova e Vila C Velha, USF Três Bandeiras, USF Três Lagoas, USF Sol de Maio, UBS Portal da Foz, USF Morumbi III, UBS Morumbi I, UBS Campos do Iguaçu, e nas UBS Jardim São Paulo I e II.

O secretário da Administração de Foz do Iguaçu, Lincoln Barros de Sousa, lembra que os servidores públicos em questão prestaram concurso para trabalhar 8 horas/dia e que “estamos em novos tempos, com mais demanda, mais estrutura, o que torna os servidores necessários à jornada”, disse. A Procuradoria do Município já toma providências no sentido de verificar a legalidade da greve.

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